sábado, 15 de abril de 2017

Uma História de Amor.

Uma passagem marcante que temos no Evangelho escrito por Lucas, no capitulo 10, sobre a indagação de "Um certo doutor da Lei" junto a Jesus Cristo sobre como herdar a salvação.   A salvação faz necessário uma explicação, significa viver eternamente com o Senhor, ter por Ele o seu resgate definitivo. A salvação sempre foi e sempre será objeto de indagação por muitas pessoas, alguns confiantes em demasia que já obterão este precioso conforto, outros nem muito preocupado com o assunto, mas de qualquer forma o referido questionador, se por ironia ou por duvida, questionou o assunto junto a Jesus.

Na resposta dada pelo Senhor traz o resumo da Lei que o Senhor havia entregue ao povo de Israel por intermédio de Moisés,  que é necessário amar o Senhor nosso Deus de todo o coração,  alma e entendimento,  ou seja por completo, em todo o nosso ser bem como também o próximo.  Difícil para o interlocutor é saber quem é o próximo,  para nós também seria difícil entender o profundidade desta ordenança,  pois deve vencer fronteiras, derrubar barreiras e preconceitos que nós mesmos criamos, pois o ensino sinaliza um amor derraigado de interesses próprios ou até alheios a nossa vontade, totalmente centralizado em querer o bem e faze-lo sem nenhum preconceito.

Para o Doutor da Lei, fica obscuro o direcionamento dado pelo Senhor Jesus, falta referência de como localizar o aspecto do "próximo", pois o "próximo", figuraria, em um pensamento humano como uma pessoa de nossa intimidade, que encontra-se próximo ao nosso relacionamento, de fácil contato e que goze deste estreitamento relação de apreço,  de fácil gesto e  carinho, alguém que esteja no mesmo nível que o nosso,  desta forma Jesus lança mão de uma parábola, onda demonstra originariamente o objetivo do Senhor de constituir uma Nação onde deve apresentar como instrumento de bênção para todos os semelhantes, ou seja todas as famílias, todos os indivíduos seriam contagiados por este amor, que diz a Palavra do Senhor "O AMOR DO SENHOR NOS CONSTRANGE", onde destacam uma situação em que um homem sai de Jerusalém para ir até Jericó e no meio do caminho é surpreendido por salteadores e agredido, surrado e meio morto ele é abandonado no meio do caminho da cidade de Jerusalém a Jericó,  uma pergunta nos é remetido porque este trajeto?  Analisando em um sentido simbólico,  vimos que Jerusalém é a cidade do grande Deus, e que por algum motivo ele sai para ir até Jericó,  neste sentido percebemos uma ligação restrita que este homem têm com o Senhor, ele sai por um caminho distante,  das cercanias do Senhor, se projeta para uma rota difícil mesmo tendo apenas 27 Km distância entre si,  era uma estrada íngreme e traiçoeira e envolvia um declive de quase 900 metros, além destas dificuldades naturais a estrada era cercada por ladrões,  homens maus que além de rouba-lo, intenta contra a sua vida, deixando quase nu o surram deixando quase morto.

O aspecto maior desse trama, é que coincidentemente temos a mesma situação,  em nosso dia a dia, vemos pessoas que em sua tenra idade cheios de sonhos projetos, com uma alegria ainda nutrida em seus corações e são surpreendidos pelas mazelas da ação do inimigo e levados a um verdadeiro martírio ficando sagrando pelas estradas de suas vidas quase mortos, ainda tendo uma vida física, mas mortos em seus delitos, colocados a margem da sociedade e excluídos por um sistema que foi deturpado pelo homem mas o seu original foi criado diferente pelo próprio Senhor, para que o homem venha ser a imagem e semelhança de Deus.  No questionamento do Doutor da Lei, ele estava com uma única intenção cercar Jesus e tentar encontra um erro e ele é surpreendido na sua pequenez dimensão de o que significa a palavra próximo.   Jesus lança sobre ele um pequeno enigma,  para que ele entendesse e nesse enigma ele faz parte do enredo, pois na sua dimensão o próximo não poderia ser aquele moribundo, pois estava quase morto já estava condenado na sua própria sorte.

Três personagens são apresentados: um sacerdote, um levita e um samaritano, os dois primeiros representam os representantes de Deus junto ao povo, onde demonstrariam todos os atributos morais de Deus, onde devem ensinar o amor de Deus para com o povo, o sacerdote destacado diante a Palavra do Senhor servia para apresentar os seus dons e sacrifícios, isto é demonstrar a sua qualidade aperfeiçoada pelo o Senhor nosso Deus e sacrifícios demonstrando a sua dedicação para servir ao Senhor, é claro que este serviço é o objetivo de sua existência, a Lei Sacerdotal dada pelo Senhor a Moisés definiu a quem poderia ser sacerdotes, definindo assim que nem todos estavam prontos para servirem ao Senhor, somente os descendentes de Levi,  o terceiro filho de Jacó e Lia e dentre os descendentes de Levi somente os filhos de Arão ou seja, Arão que foi bisneto de Levi, os filhos de Levi foram: Gerson, Coate e Merari.  Que não tiveram direito há terras nas "Terra prometida", Arão é neto de Coate e filho de Anrão. A tribo de Levi havia sido separada por Deus para cuidar do Tabernáculo, porém sacerdotes somente Arão e seus filhos e o Sumo Sacerdote o primogênito de Arão.  O  ofício Sacerdotal foi dado pelo Senhor com uma especificação a respeito do ministério de Arão, o Sumo Sacerdote e dos deveres do sacerdócio em geral, a sua missão foi de representar o povo diante de Deus, somente a eles poderiam queimar o incenso, cuidar do castiçal e dá Mesa dos pães dá proposição, oferecer sacrifícios no altar e abençoar o povo. Além disso julgarem as causas cíveis do povo e ensinar a Lei.  Eram os mediadores entre o povo é Deus é comunicavam ao povo a vontade é o concerto de Deus, devido a pecaminosidade do povo, ao exercerem o seu ofício eles faziam expiação pelo pecado do povo e testificavam da santidade de Deus, a misericórdia do Senhor é o seu amor, pois a morada de Deus se fez entre os homens na tipificação do Tabernáculo.  Já os Levitas são os demais descendentes de Levi, cada um com sua função é no todo de ajudar os sacerdotes na execução de seus serviços, os descendentes de Levi foram dados a Arão para o servirem no serviço Sacerdotal, guardando de toda a congregação, diante da tenda dá congregação, administrando o ministério do Tabernáculo tendo cuidado de todos os utensílios dá tenda dá Congregação, pois os Levitas a Arão e as seus filhos foram separados entre os filhos de Israel em dádiva.  Os Levitas foram tirados do meio dos filhos de Israel em lugar de todo o primogênito na terra do Egito.  Dos descendentes de Gerson as suas tendas eram assentadas atrás do Tabernáculo ao ocidente e eram responsáveis pelo Tabernáculo, a tenda, a sua coberta, o véu dá porta dá tenda, as cortinas do pátio e o pavilhão da porta  do pátio bem como as suas cordas para todo o serviço.  Dos descendentes de coate as suas tendas eram assentadas ao lado do Tabernáculo dá banda do sul e eram responsáveis pela guarda dá arca, dá mesa, do castiçal, os altares,  os utensílios do santuário e o véu.  Dos descendentes de Mercado as suas tendas eram assentadas ao lado do Tabernáculo dá banda do norte e eram responsáveis pelas tábuas do Tabernáculo, os varais, as suas colunas do pátio e do Tabernáculo em redor.  Os Levitas eram separados para o serviço com a idade de trinta aos cinquenta anos.  No período do Tabernáculo móvel os Levitas  o desmontavam e carregavam segundo os seus serviços.  Já no tempo do Reinado, onde o Tabernáculo já não era móvel e deu lugar ao templo, mas ainda no tempo de Davi, os Levitas já não precisava mais carregar o Tabernáculo, somente agora a manutenção do templo, respeitando somente as funções dos sacerdotes, já no tempo de Davi oficializou a musicalidade no templo utilizando os levitas, a partir das fixação do Tabernáculo, Davi fez a contagem dos Levitas com idade acima de 30 anos e chegou ao número de 38.000 homens, distribuindo em 24.000 Levitas para promoverem a obra da Casa do Senhor, 6.000 Oficiais e Juízes, 4.000 Porteiros e 4.000 Levitas para louvarem o Senhor com instrumentos. Já o Samaritano a sua colocação no texto está relacionado a sua etnia pois o surgimento do povo Samaritano é um motivo de litígio entre os judeus. O seu surgimento se deu ainda no tempo do Cativo Assírio onde os habitantes da cidade de Samaria e sua freguesia, localizada no alto do monte entre a Judeia e a Galileia, atualmente a região está situada na Palestina, entre Israel e a Cisjordânia.  A cidade de Samaria foi construída por Onri, sexto rei do Reino do Norte (chamado também de Israel) que reinou de 885 a 874 a.C. a partir de então esta Cidade passou a ser a capital do Reino do Norte até a sua queda em 772 a.C., o nome Samaria deriva de " Semer", nome do homem que vendeu este monte para o rei. Mas o objeto de questionamento que os judeus não se davam com os samaritanos por causa das miscigenação de raças sofrida pelos israelitas que habitavam a cidade de Samaria quando foi invadida pelos Assírios que trouxeram outros povos para habitarem a cidade de Samaria, a partir deste fato os judeus e os samaritanos não se davam bem, até no tempo de Jesus ainda não se entendam e os samaritanos eram desprezados pelos judeus.

O que o Senhor Jesus transmitiu aos seus interlocutores diz a respeito a um sentimento que vence barreiras da mais simples a mais complexa e entre judeus x samaritanos esta barreira era intransponível, podemos comparar a que no dias de hoje é vivida pelos judeus x palestinos que devem ser sanadas.  Mas iniciamos primeiramente pela barreira social entre um diálogo de homem com uma mulher que para aquele tempo era improvável. Outro aspecto é que aquela mulher que estava vivendo amaziada com o seu atual companheiro e já ter possuído vários maridos, que possivelmente tivesse tornado viúva dos seus maridos, não seria difícil de ter acontecido várias vezes ter viuvado, pois os índices de mortandade naquele tempo era alto, mas mesmo assim um líder religioso não travaria um diálogo com uma pecadora, um diálogo desta natureza nunca poderia ter acontecido neste estado, colocaria em dúvida a espiritualidade do religioso.  Mas a essência do diálogo é que Jesus sabia da ansiedade que o coração daquela mulher nutria, pois ela estava presa entre a mística dá religiosidade de seu povo em detrimento o verdadeiro caminho, ela sabia que desde Jeroboão os habitantes daquele local não tinham mais o hábito de descer até Jerusalém para adorar o Deus de Israel, permaneciam naquele monte e se serviam de um sistema religioso falso para adorar a Deus e se prendia a tradição religiosa, pois viu seu país fazerem isto, mesmo assim sabendo que a salvação vem dos judeus.  Muitas pessoas estão também assim presos em suas tradições e sabem que a salvação é somente por Jesus, mas não o querem segui-lo, preferem viver suas tradições, achando que serão tocados por Deus em seus sacrifícios tolos, em suas crenças equivocadas, achando que estão servindo a Cristo pelas suas ligações religiosas.  Mas na verdade estão muito longe de Deus e primeiramente é necessário seguir a voz profetica do Senhor é entender que o Senhor busca os verdadeiros adoradores que o adorem em espírito e em verdade, o adoram em uma profundidade espiritual e não superficialmente, mas de forma intensa através de Jesus, pois a intensidade dá adoração deve estar comprometida com a verdade é a verdade é Jesus Cristo.  A prova maior deste abrir dos olhos daquela mulher é que ela conseguiu ver o Messias e só o vemos quando abrimos os olhos espirituais.  É preciso reconhecer Jesus.
Pastor Júlio Caldeira.






quinta-feira, 10 de julho de 2014

PORTAS RESTAURADAS

 

 

muros em ruinas

TEXTO: Ne 3

INTRODUÇÃO:

1 – Se os muros falam de nossa personalidade como um todo, há vários elementos nela contidos, dentre os quais a vontade que é o fator determinante para o progresso de qualquer restauração, libertação e cura. As horas são o lugar onde exercemos nossa autoridade, manifestamos nossa vontade, fazemos nossas escolhas e tomamos nossas decisões.

2 – Doze portas – doze áreas em nossa personalidade que precisam de tratamento. As portas são o lugar onde exercemos nossa autoridade, manifestamos nossa vontade, fazemos nossas escolhas e tomamos nossas decisões.

3 – Há muitos filhos de DEUS com a vontade enfraquecida. Não se firmam em nenhuma decisão tomada. São inconstantes em seus caminhos, inseguros, indecisos, suas portas.

4 – O ESPIRITO SANTO está em nós para restaurarmos as portas de nossa alma e nós precisamos permiti-Lo a realizar e isso não vai ser da noite para o dia.

AS 12 PORTAS DOS MUROS DE JERUSALEM.

I – PORTA DAS OVELHAS - Ne 3.1 - Encontro com o Cordeiro de DEUS.

1 – Local onde passava os animais para o sacrifício da Páscoa, ela nos leva a JESUS o Cordeiro de DEUS (Jo 1.29). É por ela que recebemos o Senhor JESUS, essa porta em nossa vida deve estar escancarada para JESUS, é uma decisão da nossa vontade, precisamos de uma convivência com Ele (Rm 8.29).

II – PORTA DOS PEIXES – (Ne 3.3) – Lugar de Crescimento e Reprodução.

1 – Na Língua Hebraica, encontramos o sentido de Crescimento a reprodução de nossas vidas em novos filhos, novos peixes, novas ovelhas, em novos crentes, a porta dos peixes por onde deixaremos entrar os novos filhos de DEUS. Exige uma decisão que não vivamos sós para nós, mas irmos à busca dos que também precisam encontrar JESUS, quando nos abrimos para receber cada nova pessoa, do jeito que ela vem, com muitos problemas na alma será abastecida e enriquecida. O amor de CRISTO vai nos iluminar e seremos capazes de assistir a um numero cada vez maior. Cada novo crente que entrar por ela, será abençoado, mas também deixará conosco uma benção. (Mc 1.17).

III – PORTA VELHA – (Ne 3.6) – Libertação do Passado.

1 – Esta porta fala das coisas velhas existentes em nossa alma, e que devem ser removidas: um passado que deixam marcas no caráter, memórias feridas que teimam em permanecer machucando, padrões de pensamento e hábitos alheios aos princípios do Reino de DEUS, enfim, tudo quanto é herança contraria à nova vida em CRISTO. (2Co 5.17/Ef 4.21-24/Ef 4.30)

Para se libertar dessas velharias mencionadas, depende de uma firme determinação da vontade de rejeitar, precisamos hoje é escancarar a Porta Velha, deixando por ela sair o passado e depois fechá-la para os hábitos e prisões antigas que tentem voltar à alma.

IV – PORTA DO VALE – (Ne 3.16) – O Milagre da Salvação.

1 – Nos arredores de Jerusalém havia um Vale que um dia fora o Vale de Hinon, ali os filhos de Israel passaram a sacrificar a ao deus Maloque, foi amaldiçoado e Jeremias profetizou que ele seria chamado “Vale da Matança” (Jr 32.35; 7.30; 8.3), Isaias o apresenta como um lugar escatológico de punição, onde o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará (Is 66.22-24). Ele passou a ser chamado de Geena, identificado como o fogo, morte e tormento. JESUS Faz referencia a ele, como figura do inferno. (Mc 9.43-48), neste vale era colocado todo o lixo da cidade que seria queimado. Havia sempre os vermes dos cadáveres e o fogo ardia constantemente. A Porta do Vale representa para nós a porta da libertação do inferno, o lugar do maior de todos os milagres: a nossa salvação. Ela deve está fechada para o diabo que tenta se introduzir na cidade, isto é, na alma, a destruição do Vale.

V – PORTA DO MONTURO – (Ne 3.14) – Remoção do Lixo.

1 – Esta é a porta onde o lixo da alma é removido e jogado fora. Quando chegamos a Cristo com uma alma cheia de defeitos, quando olhamos uns para os outros logo descobrimos que há muito a ser tratado. Um é explosivo, outro é fechado; um se fere com facilidade, outro é tendente à depressão; um manifesta egoísmo e um outro é orgulhoso. Tudo isto é lixo, resquícios dos padrões e valores do mundo.

VI – PORTA DA FONTE – (Ne 3.15) – O ESPIRITO SANTO.

1 – Fonte fala de águas que correm. Um dos símbolos do ESPIRITO SANTO na Bíblia é a água. Esta é a porta do ESPIRITO SANTO. Toda nossa vida cristã depende dEle. É Ele quem nos gera em CRISTO, efetuando a obra de regeneração. Ele nos foi dado como o outro Ajudador ou Consolador. Mas para que Ele opere em nós tudo quanto lhe compete, mas precisa do nosso consentimento, mediante uma decisão de entrega e submissão.

VII – PORTA DO CÁCERE – (Ne 3.25) – Livres de Prisões.

1 – fala-se do átrio ou pátio da prisão. Este é o lugar onde as nossas prisões devem ser quebradas, há muitas prisões em nossa vida que devem ser relaxadas. Prisões do medo, depressão, falta de perdão, amargura e tantas outras. Para muitos a comida, um pedaço de bolo, uma coca-cola, uma xícara de café, o sexo, a posição e coisas semelhantes, são uma prisão. Tudo quanto tem poder de fascínio ou domínio sobre nós é uma prisão. A tudo que dizemos “não consigo”, deixar isso, ou não fazer isso, ou viver sem isso, servimos como escravos. O ESPIRITO SANTO quer quebrar o jugo dessas prisões, para tanto precisamos dar-Lhe acesso ao pátio do cárcere e rejeitar todas as cadeias.

Paulo exorta “Para a liberdade Cristo nos libertou; permanecei, pois, firmes e não vos dobreis novamente a um jogo de escravidão.” (Gl 5.1), as prisões da alma se manifestam na incapacidade de dominar os apetites da carne, nas carências afetivas, insegurança, acomodações, pensamentos descontrolados, dificuldade em tomar decisões, letargia, etc... há mil formas de prisões, mas todas tem uma só origem: Satanás.

VIII – PORTA DAS ÁGUAS – (Ne 3.26) a Palavra de DEUS.

1 – Essa é a porta da Palavra. Paulo, falando sobre JESUS e a Igreja, diz: “Tendo-a purificado com a lavagem da água, pela Palavra” (Ef 5.26), esta porta tem que está aberta temos que Le-la, escutá-la, meditá-la para que possamos ser lavados, purificados, doutrinas estranhas nos enchem de lama, sujeira.

IX – PORTA DOS CAVALOS – (Ne 3.28) Livres de cargas.

1 – Este lugar nos fala por onde passam os fardos. Era a porta onde entravam os cavalos cheios de cargas para a cidade. Todos os fardos devem ser lançados a JESUS e devemos também ajudar os nossos irmãos como disse Paulo “devemos levar as cargas uns dos outros” (Gl 6.2), isto não quer dizer que estas cargas devem repousar sobre nossos ombros. Todas tem o seu destino certo nas mãos de JESUS.

X – PORTA ORIENTAL – (Ne 3.29) O Regresso de JESUS.

1 – Acredita-se que por esta porta JESUS entrou em Jerusalém e que hoje se encontra fechada. Espera-se o Messias entre por ela, em sua segunda vinda. Para nos, ela fala do regresso de JESUS. Paulo diz que devemos consolar uns aos outros, com a esperança da bendita vinda do Senhor.

XI – PORTA DA ATRIBUIÇÃO – (Ne 3.31) A comissão Divina.

1 – ela é traduzida como “miphkad” que significa atribuição, mandato, ordem. Onde o Senhor nos delegou uma missão, atribui-nos uma responsabilidade.

XII – PORTA DE EFRAIM – (Ne 8.16) – A porção dobrada.

1 – Efraim foi o segundo filho de José (o mais novo), porem recebeu porção dobrada, seu nome significa: porção dobrada da herança, ela é a porta da porção dobrada, esta é dada por direito de primogenitura, na carta aos Hebreus 12.23 “Igreja dos primogênitos inscritos nos céus”. Porque somos os primogênitos: JESUS é o primogênito e nós somos o seu Corpo, um com Ele, e o que é Seu, é nosso em Oséias 11.8 “Como te deixaria. Ó Efraim?”, não há limites em DEUS. Somos nós que limitamos o que recebemos dEle. Seus tesouros, em Cristo estão disponíveis para nós.

CONCLUSÃO.

Como está a sua alma?

quinta-feira, 3 de abril de 2014

RABINOS PEDEM CONSTRUÇÃO DE SINAGOGA NO MONTE DO TEMPLO, EM JERUSALÉM

 

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, recebeu esta semana uma carta assinada por um grupo de rabinos ligados ao grupo"National Religious", defendendo a construção de uma sinagoga no lugar mais sagrado do judaísmo: o Monte do Templo, atualmente ocupado pelas mesquitas.

O grupo que assinou a carta é bastante variado e representativo, pois inclui rabinos das facções religiosas conservadoras, grupos liberais e religiosos sionistas, bem como professores, educadores e profissionais.

"O Monte do Templo é um lugar singular para a oração"- afirma a carta - "Como primeiro-ministro, pedimos-lhe que faça o que for necessário para estabelecer um lugar de oração para judeus no Monte do Templo, de uma forma respeitável e pacífica, que honre o lugar sagrado pelo qual todos nós ansiamos."

O documento foi preparado e enviado pela organização Amutat Yishai, que apóia a construção de uma sinagoga numa localização específica do Monte do Templo à qual muitos rabinos concordam que os judeus possam ter acesso. A carta defende a construção de uma estrutura nessa área, onde os judeus possam orar.

Os judeus que atualmente sobem à esplanada do Monte do Templo têm permissão apenas para ir a certas áreas da mesma e têm de aderir a certas restrições ligadas aos rituais de purificação, e é por isso que uma grande parte do recinto está hoje interdita aos judeus.

No entanto, um número de rabinos concordam com os historiadores que alegam que certas áreas do Monte do Templo não estavam incluídas nas delineações da área do Templo Santo, permitindo assim tais visitas - mesmo em estado de impureza ritual - desde que fossem providenciadas no local facilidades para o ritual da imersão e que outras disposições fossem também cumpridas.

MUÇULMANOS PODEM ORAR NO MONTE. E O JUDEUS?

Os grupos muçulmanos, incluindo o Waqf Islâmico que supervisiona os santuários muçulmanos sobre o Monte do Templo, opõem-se ferozmente a qualquer forma de presença judaica no local. e de forma a evitar conflitos, as autoridades israelitas simplesmente proibiram os judeus de orar no local.

A maioria dos estudiosos judeus partilha a crença de que é necessária a construção de um terceiro Templo sobre o Monte do Templo. Moisés foi instruído no Livro do Deuteronômio (12:13 e 14) para "Guarda-te, que não ofereças os teus holocaustos em todo o lugar que vires; mas no lugar que o Senhor escolher numa das tuas tribos, ali oferecerás os teus holocaustos, e ali farás tudo o que te ordeno."

JUDEUS VISITANDO O MONTE. SÓ NÃO PODEM ORAR...

As evidências das Escrituras apontam para o Monte Moriá (também conhecido como "monte do Senhor", ou"Monte Sião") como o local escolhido por Deus para o Seu Templo (Salmo 48). Por isso, se o terceiro Templo for erigido, será muito provavelmente no sítio do Monte do Templo. 

Várias posições têm sido adiantadas acerca da exata localização do mesmo - um dos pontos de vista é vê-lo construído ao lado do Domo da Rocha. Outras opiniões defendem a remoção do Domo da Rocha, para dar lugar ao Templo. Cada um das perspectivas parece no entanto conduzir ambos os lados a uma contagem decrescente para um confronto.

GRUPO SHALOM - AGOSTO DE 2013

Em Outubro passado, o jornal Tehran Times relatou que um porta voz do Ministério das Relações Exteriores do Irão tinha denunciado um plano israelita para construir uma sinagoga perto da mesquita al-Aqsa, apelando à comunidade internacional para prevenir mais"conspurcação" do Monte do Templo.  Durante um discurso televisivo feito naquela altura, Ismail Haniyeh, primeiro-ministro do Hamas, condenou os esforços israelitas para "judaizar" Jerusalém, encorajando todos os palestinianos para agirem contra as alegadas "medidas expansionistas" de Israel.

Entretanto em Israel, um comentador do jornal "The Jerusalem Post" escreveu o seguinte comentário: "O estado das coisas no Monte do Templo é intolerável e insustentável. Liberdades básicas como o direito ao culto e à livre expressão estão sendo espezinhadas, e os judeus são sujeitos a descriminações desconhecidas em qualquer outra parte do mundo ocidental num lugar de tal significado profundo para a História e destino dos judeus."

Michael Freund, autor do artigo no jornal israelita, tinha conduzido um tour pelo Monte do Templo com mais de 50 judeus oriundos da sinagoga Ra'anan Ohel Ari, e assinalou o seguinte."...foi deprimente ver até que ponto o governo israelita cede às ameaças de instabilidade árabe à custa dos seus próprios cidadãos e dos seus direitos básicos."

Freund fornece exemplos de claros precedentes históricos de quando os direitos dos judeus eram respeitados, especialmente durante períodos em que o Monte do Templo se encontrava sob controle muçulmano.

JUDEUS E MUÇULMANOS JÁ CONVIVERAM JUNTOS NO MONTE DO TEMPLO

Um desses casos mostra uma sinagoga e um lugar de estudos judaicos funcionando no Monte do Templo onde os judeus podiam ir orar em liberdade por mais de quatrocentos anos, depois que o califa Omar conquistou a Terra de Israel em 633-4 d.C.

NÃO É FALTA DE ESPAÇO...

Isso foi confirmado pelo rabino Abraham bar Chiya HaNassi, grande líder e autoridade rabínica espanhola do século 12, que escreveu no livro "Megilat Megaleh" que, "no início, depois de os romanos terem destruído o Templo, Israel não foi impedido de subir lá e orar, e da mesma forma os reis de Ismael estabeleceram um costume beneficiente e permitiram a Israel subir ao Monte do Templo e construir uma casa de oração e estudo."

O rabino ainda acrescentou que "todos os exilados de Israel que viviam perto do Monte do Templo subiam nos festivais e feriados e oravam ali."


TERCEIRO TEMPO A CAMINHO

MUITO ESPAÇO PARA UM TEMPLO JUDAICO...

Apesar das atuais profundas divisões religiosas entre judeus e muçulmanos que têm conduzido a uma salvaguarda territorial dos acessos ao Monte, sabemos pelas Escrituras proféticas da Bíblia que existirá um terceiro Templo construído sobre este lugar sagrado.

Embora a construção de um Templo não seja um pré-requisito para o início do período de 7 anos da Tribulação, as Escrituras bíblicas apontam para a construção de um Templo e início da adoração no mesmo antes do meio desse período de 7 anos de tribulação. 

Quando os discípulos de Jesus Lhe perguntaram acerca da"consumação do século", Ele avisou as gerações futuras que vivessem em Jerusalém no Seu discurso profético para estarem conscientes da proximidade do "abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo" - Mateus 24:15.

O TEMPLO E O ANTICRISTO

No Livro de Daniel (capítulos 11 e 12), o profeta avisa que os anos finais conducentes ao estabelecimento do Reino de Deus na terra produziriam um líder político (o Anticristo) que confirmará uma aliança de paz com Israel por 7 anos. A meio desse período de tempo, o Anticristo fará cessar os sacrifícios no Templo, voltar-se-à contra Israel, e exaltar-se-à como deus, selando aí o seu destino final - eterna e permanente separação de Deus no lago de fogo (Apocalipse 20:10).

ATÉ QUANDO VEREMOS ESTA IMAGEM?

No entretanto, poderá a construção de uma sinagoga no Monte do Templo e o restabelecimento do direito dos judeus a poderem orar ali ser a pedra basilar para a construção de alguma tolerância e respeito mútuo entre judeus e árabes? Por muita relutância que ambas as partes sintam ao encararem tal possibilidade, seria necessária uma mudança de atitude como preparação para um muito maior acordo que em última análise dará lugar à construção de um terceiro Templo. Há quem já especule que o actual processo de paz poderá conduzir a um entendimento que poderá vir a permitir a reconstrução de um Templo. 

Se não se chegar a um acordo diplomático, talvez então a guerra venha a conseguir o resultado desejado...

Enquanto isso, continuam as preparações para o Templo...

Shalom, Israel!

CANDELABRO PREPARADO PARA O TEMPLO

fonte: http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/2014/04/rabinos-pedem-construcao-de-sinagoga-no.html

sábado, 18 de janeiro de 2014

8º CONGRESSO DA EBD - CPAD

Será na Assembléia de Deus Mministerio do Belenzinho, o 8º Congresso de Escola Biblica Dominical, nos dia 13 a 16 de março de 2015, no seu novo Templo que possivelmente será inaugurado com este evento, que já estávamos aguardando a data do referido Congresso que já marcou a vida dos amantes do ensino da Palavra de Deus, que o Senhor Jesus Cristo seja louvado!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

EQUIPE DO PR OSCAR DOMINGOS DE MOURA

 

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No dia 06/01/2014 no Templo da Assembléia de Deus de Boa Vista, Ministério presidido pelo Pastor Oscar Domingos de Moura, foi lançado a candidatura do mesmo para Presidente da CADEESO – Convenção das Assembléias de Deus do Estado do Espirito Santo e Outros.

Estamos concorrendo a uma vaga no Conselho Fiscal da CADEESO, desde já agradeço o apoio.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

AS TETRADS DE 2014 E 2015, OS JUDEUS E ISRAEL.

 

"Aparecerão sinais no sol, na lua e nas estrelas..." (Lucas 21:25)


Este é um assunto potencialmente polêmico, contudo deveras interessante e merecedor da reflexão e análise da parte de todos aqueles que levam a sério as profecias bíblicas relacionadas com Israel como nação, e os judeus como povo eleito de Deus.
Várias pessoas amigas me pediram para que eu postasse o estudo sobre este assunto, ao que alegremente acedo, pedindo no entanto que o mesmo seja lido e estudado, não em forma de dogma ou afirmação de um absoluto bíblico, mas simplesmente como algo de incontestável interesse e fundamento histórico, que deverá servir unicamente para meditação, reflexão e, mais do que qualquer outra coisa, preparação para os tempos atribulados que velozmente se aproximam deste mundo.
Estas análises serão assim mais um "sinal" de alerta, uma orientação para todos quantos anseiam pela vinda do Reino e do Messias Jesus!

OS ASTROS COMO SINAIS

Desde o início da Criação que o Livro das Origens (Génesis) nos

informa que Deus, o Criador, colocou as estrelas e os astros nos céus como"sinais" - Génesis 1:14.
"Disse Deus: haja luminares na expansão dos céus...e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos."
Neste sentido, "sinais" podem servir como pontos de orientação, mas também como "alertas" indicadores de eventos significativos.


TRÊS GRANDES EVENTOS ANUNCIADOS NOS CÉUS
Os maiores eventos da humanidade são aqueles em que Deus Se manifesta de forma visível, para que todos testemunhem do Seu poder e amor.

Assim foi no anúncio da encarnação do Messias - o Filho de Deus - em Belém da Judéia. Os magos que vieram da Babilônia para adorar o Messias encetaram essa longa e arriscada viagem porque tinham visto o"sinal" nos céus: "...porque vimos a Sua estrela no oriente, e viemos a adorá-l'O...vendo eles a estrela, regozijaram-se muito com grande alegria." (Mateus 2:2 e 10).

O segundo grande evento assinalado nos céus, foi a própria morte do Filho de Deus no madeiro. Diz o relato bíblico que durante 3 horas houve um grande eclipse que provocou escuridão no local: "Desde o meio dia até às três horas da tarde, toda a Terra esteve envolta em escuridão." (Mateus 27:45). Clara descrição de um eclipse.
O terceiro grande evento, ainda num futuro que esperamos seja próximo, acontecerá logo antes da vinda gloriosa do Messias, o Filho de Deus ressurreto: "O sol escurecerá, a lua não mais brilhará, as estrelas

LUA VERMELHA SOBRE JERUSALÉM

cairão do céu, e os poderes celestes serão abalados. Então o sinal do Filho do Homem aparecerá no céu..." (Mateus 24:30, 31).
Há então uma base bíblica para prestarmos atenção a estes sinais cósmicos? Claro que sim! A encarnação, a morte expiatória do Messias, e a Sua vinda gloriosa para reinar na terra são a prova disso. Ora é nessa base que a nossa atenção foi despertada pelos estudos de alguns homens de Deus, e que nós próprios também pesquisamos  e desenvolvemos com muita atenção e cuidado, na expectativa de algo de transcendente que poderá em breve vir a acontecer, e para o que queremos estar preparados e avisados, não descurando também a partilha desta informação a todos quantos se interessam, se preparam e aguardam ansiosamente a vinda do Rei, o Messias Jesus!
Falemos então das "tetrads"...

O QUE SÃO ENTÃO AS TETRADS?

Uma tetrad é a ocorrência de quatro eclipses totais consecutivos da lua (definição da NASA).

Sempre que há uma coincidência - muito rara - das chamadas"luas vermelhas"(tetrads) com o período das Festas de Israel, dão-se acontecimentos dramáticos com o povo e a nação de Israel . A História tem comprovado que essas coincidências de luas vermelhas com as festas judaicas trazem desgraça para Israel e para o povo judeu, mas consequentemente uma grande vitória. Podemos então adiantar que as tetrads são sinais indicadores para Israel? Claro que sim!

Alguns exemplos:

Desde o ano 1 d.C. são conhecidas 7 tetrads que ocorrem no início da celebração da Festa bíblica da Páscoa e da Festa dos Tabernáculos. Os anos em que ocorreram estas tetrads são:

162-163

795-796

842-843

860-861

1493-1494

1949-1950

1967-1968

AS 3 TETRADS ASSOCIADAS A CONHECIDOS EVENTOS IMPORTANTES PARA O POVO JUDEU:

1492 - tetrads - expulsão dos judeus de Espanha.


1949-50 - tetrads - Dois eclipses lunares totais, sendo o primeiro na Festa da Páscoa (13 de Abril) e o segundo no dia da Festa dos Tabernáculos (7 de Outubro de 1950) em pleno início do estado moderno de Israel e durante a Guerra da Independência, que se estendeu por um ano. Em 1950, o primeiro eclipse deu-se no dia 2 de Abril, em plena Festa da Páscoa, e o segundo ocorreu em 26 de Setembro, na Festa dos Tabernáculos.


1967 - tetrads - Primeiro eclipse deu-se no primeiro dia da Festa da Pascoa (24 de Abril) , o segundo eclipse ocorreu no primeiro dia da Festa dos Tabernáculos (18 de Outubro de 1967) após a Guerra dos Seis Dias e consequente vitória de Israel e reconquista de Jerusalém. Em 1968, o primeiro eclipse da lua deu-se no dia 13 de Abril, na Páscoa, e o segundo ocorreu a 6 de Outubro, na Festa dos Tabernáculos.

AS TETRADS DE 2014 E 2015

A grande preocupação dos pesquisadores bíblicos e não só tem a ver com a estranha coincidência de 4 tetrads em 2014 e 2015 exatamente no início das festas judaicas da Páscoa e dos Tabernáculos!

Nas palavras do reconhecido pastor John Hagee, "isto é algo para além de coincidência."

Estes próximos 4 eclipses da lua serão raríssimos, uma vez que entre os séculos 22 e 25 não se dará mais nenhum destes eventos astronômicos! Portanto,durante os próximos 500 anos não se assistirá a mais nenhum destes fenômenos...

Mas, para além dos 4 eclipses da lua coincidindo com o início das Festas judaicas, teremos também 2 eclipses totais do sol no início do ano judaico (o bíblico e o religioso)!

ECLIPSE TOTAL DO SOL EM 2014 - 20 de Março, que é o primeiro dia do antigo calendário bíblico (1º dia do mês de Abib, ou Nisan)

PRIMEIRA TETRAD DE 2014 - 1º ECLIPSE TOTAL DA LUA - 15 de Abril de 2014, que será o primeiro dia da Festa da Páscoa judaica.

SEGUNDA TETRAD DE 2014 - 2º ECLIPSE TOTAL DA LUA - 8 de Outubro, que será o primeiro dia da celebração da Festa judaica dos Tabernáculos.

PRIMEIRA TETRAD DE 2015 - 1º ECLIPSE TOTAL DA LUA - 4 de Abril, que será o primeiro dia da celebração da Páscoa judaica.


ECLIPSE TOTAL DO SOL EM 2015 - 13 de Setembro, que será o primeiro dia do novo ano judaico.


SEGUNDA TETRAD DE 2015 - 2º ECLIPSE TOTAL DA LUA - 28 de Setembro, que será o primeiro dia da celebração da Festa dos Tabernáculos.

Segundo os gráficos da agência espacial norte-americana NASA, só este eclipse total da lua é que poderá ser visto em Israel. Mas será um dos mais longos eclipses alguma vez observados.Iniciar-se-à logo depois da meia-noite do dia 28 de Setembro e durará até às 04H48 (hora de Israel).

Quatro eclipses lunares totais a ter lugar exatamente nos primeiros dias das Festas bíblicas da Páscoa e dos Tabernáculos, em dois anos seguidos, é algo de espantoso - certamente muito mais do que uma mera coincidência!

Mas se juntarmos a isso os dois dias em que irão ocorrer 2 eclipses totais do sol nos dias exatos em que se inicia o calendário judaico (20 de Março de 2014 = 1º dia do mês de Nisan, 2 semanas antes da Páscoa, e em 13 de Setembro de 2015 = 1º dia do Novo Ano judaico, 1º do mês de Tishri) podemos perceber que algo poderá estar para acontecer, e que Deus mais uma vez está a revelar isso aos entendidos através de "sinais no firmamento"! "Nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão" (Daniel 12:10).

RECONQUISTA DE JERUSALÉM

Este fenômeno aconteceu pela última vez em 1949, ano seguinte à implantação do moderno estado de Israel, em cumprimento da profecia de Ezequiel 37, e em 1967/8, ano em que Israel reconquistou a Cidade de Jerusalém, cumprindo a profecia do Messias em Lucas 21:24!

Apesar do cepticismo de alguns "teólogos" que grassam por aí, a verdade é que o profeta Daniel, referindo-se a estes "tempos do fim", foi bem explícito: "...nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão." - Daniel 12:10.

ECLIPSE TOTAL DO SOL EM MARÇO DE 2014 E SETEMBRO DE 2015, COINCIDINDO TAMBÉM COM AS FESTAS NO CALENDÁRIO JUDAICO

Não só as 4 tetrads em 2014 e 2015 causam inquietação, como também um eclipse total do sol em Março de 2015, a meio das 4 luas vermelhas deve querer indicar algo de muito significativo, especialmente para o povo de Israel.

Sem querermos especular, devemos no entanto lembrar que a vinda do Messias Jesus dar-se-à após um eclipse total do sol, provocando a vermelhidão na lua.

Sendo assim, poderemos antever que estas próximas tetrads anunciam algo de inicialmente mau para Israel e seu povo, seguindo-se uma retumbante vitória ? Talvez...só Deus sabe, mas atendendo ao facto de Deus ter colocado os astros no firmamento como "sinais", e pela comprovação histórica, podemos prever que algo de importante e preocupante possa vir a acontecer a Israel. E as condições escaldantes da região alimentam ainda mais esses receios...


ISRAEL: UM "SINAL" PARA AS NAÇÕES

A Bíblia afirma que Israel foi escolhido por Deus para ser uma"luz" para as nações. Luz significa revelação, orientação e entendimento. A própria existência e sobrevivência do povo de Israel é o grande"sinal" de Deus, à volta do qual gira toda a História mundial. A bênção e a maldição das nações e dos povos - e até a nível individual - tem a ver com a forma como se trata Israel e o povo judeu - Génesis 12:3.


A "coincidência" destes sinais astronômicos vistos nos céus com grandes momentos da História de Israel é revelador de que estes próximos sinais a observar em 2014 e 2015 poderão estar a anunciar aos "sábios" aquilo que está para acontecer em breve a este mundo: a vinda do Messias em poder e glória e a implantação do Seu Reino literal na Cidade santa de Jerusalém, novamente o centro do mundo!

fonte: http://shalom-israel-shalom.blogspot.com.br/2013/11/as-tetrads-de-2014-e-2015-os-judeus-e.html

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